Devocionais

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O FRUTO DO ESPÍRITO: LONGANIMIDADE

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade , mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” Gl 5:22-23 Tema: O fruto do Espírito Nessa reflexão sobre o fruto do Espírito, focaremos na quarta virtude: a longanimidade. Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa, a palavra longânime tem origem hebraica e significa: “vagaroso em irar-se”. Para John MacArthur, é “a paciência relacionada à habilidade de suportar as injustiças infligidas por outros e disposição em aceitar as situações irritantes e dolorosas” 1 . A pessoa longânime suporta as adversidades e prossegue no seu empenho, apesar dos obstáculos. É bem verdade que a maioria das pessoas foram ensinadas numa sociedade que responde às adversidades, na contramão dessa virtude. A todo momento crianças têm grandes exemplos de adultos ao seu redor, que respondem de forma impensada quando são ofendidos, praticam atos de violência e desrespeito no trânsito, abusam de sua força física e emocional etc. E, ainda tem pais que orientam aos seus filhos: “se apanharem na rua, bate de volta; se não, quando chegarem em casa irão receber uma surra”. E, nessa escola da vida, os pais perdem a oportunidade de ensinar ao filho, o exercício da longanimidade, como uma virtude que trará muitos benefícios para o futuro dele. Alguém pode achar que nos momentos de ira, de raiva e agressões de outros é difícil manter o autocontrole. Entretanto, lembrando que o conceito do fruto do Espírito é a evidência clara do caráter de Deus e da presença do Espírito Santo em nós, somente a graça divina nos ajuda a ter atitudes longânimes. Essa virtude cristã nos ajudará a ponderar o que e como se fala; a escolher ações analisando as consequências não só do momento, mas o impacto que isso teria no futuro; a respeitar a importância do tempo (nem tudo é para ontem); a ser capaz de suportar com firmeza, paciência e resignação os problemas, sofrimentos ou mesmo dificuldades com foco além de si mesmo; a pensar além dos próprios interesses; a ser bom e generoso consigo e com os demais e ter coragem e energia para seguir em frente quando tudo lhe parece difícil. Quando Paulo escreve aos gálatas, no contexto do ensino sobre o fruto do Espírito (Gl 5:16-21), ele fala sobre as obras da carne, que são diametralmente opostas às virtudes do Espírito Santo. Dentre as obras da carne estão inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas que se desenvolvem e crescem na vida das pessoas por ausência do exercício da longanimidade e das outras características do fruto do Espírito a ela interligadas. E a Palavra nos afirma que as pessoas que vivem das práticas das obras da carne, não herdarão o Reino de Deus (Gl 5:21). E isto é muito sério. Também aos efésios Paulo advertiu: “… que andeis como é digno da vocação com que sois chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Ef 4:1-2). Andar significa movimento, ou seja, todo dia em nossa vida diária vivamos com longanimidade e amor. E aos colossenses ele escreveu: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros…” (Cl 3: 12 e 13. Aqui, a longanimidade implica suportar os outros e perdoar, que são outros preceitos das Escrituras. Portanto vamos nos revestir desse princípio sábio descrito nas Escrituras – a longanimidade: ter paciência, aguardar o tempo, vigiar nossos comportamentos, perdoar a quem nos magoa e desprezar atitudes irracionais das quais vamos nos arrepender mais tarde. Quantas inimizades, demissão de emprego, violência, separação de casais e até assassinatos seriam evitados se as pessoas fossem mais longânimes? Mas, somente pessoas que pertencem a Deus pela fé e possuem o Espírito Santo podem ter estas atitudes piedosas. O próprio Jesus afirmou: “Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim nada podeis fazer”  (João 15:5). Só Ele pode nos dar essa capacidade ao longo de nossa caminhada diária; pois nós humanos, falhos, imperfeitos e pecadores não conseguimos por nós mesmos viver conforme o apóstolo Paulo escreveu aos gálatas: “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5:25). Peçamos a Deus Pai que nos conceda a graça dessa virtude.   Márcia Eller Miranda Salviano   __________________ 1  Comentário da Bíblia John McArthur,

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O FRUTO DO ESPÍRITO: PAZ

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade , mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” Gl 5:22-23 Tema: O fruto do EspíritoNessa série de reflexões sobre este texto da carta de Paulo aos gálatas temos analisado cada virtude relacionada ao fruto do Espírito, que são: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Já vimos no primeiro devocional que o conceito do fruto do Espírito é a evidência clara do caráter de Deus e da presença do Espírito Santo em nós. Hoje falaremos sobre a terceira virtude, descrita pelo apóstolo Paulo, a paz. Ao escrever aos Romanos, no capítulo 15 verso 13, ele pediu em oração: “Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”.Vivemos em um contexto de guerra mundial. Israel sofrendo ataques do Irã e do Hamas e vice-versa. Rússia e Ucrânia em conflitos sangrentos há mais de dois anos e parece não existir um caminho para acordo. Os líderes destas nações não se preocupam com o impacto psicossocial, familiar, espiritual e econômico na vida dos cidadãos locais. Como ter paz em meio à tanta guerra? Há outras pessoas que sofrem situações de ausência de paz, tais como: perda de um emprego, dívidas acumuladas, devedores que não pagam, doença inesperada etc. Porém, nas Escrituras Sagradas nós encontramos uma promessa que nos traz grande esperança. No Velho Testamento, foi registrada a vinda de alguém que viria como pacificador por excelência. “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” Is. 9:6. E o Novo Testamento, registra o cumprimento pleno desta promessa – o nascimento do messias, Jesus Cristo, e o evangelho da graça e da paz foi inaugurado. O evangelista Lucas documentou no capítulo 2: versos 10 e 11, com muita alegria e vibração a chegada dEle: “O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E os anjos que anunciavam esta boa notícia celebraram dizendo: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem”. Lc 2:14 E, o próprio Jesus, em uma de suas aulas específicas de capacitação dos seus discípulos garantiu: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Jo 14:16. No contexto deste ensino, Jesus havia acabado de anunciar sua morte, ceou com os discípulos após ensinar a maior lição de humildade, lavando os pés sujos daqueles doze homens, avisou-lhes sobre um traidor entre eles e um que o negaria por três vezes. Os discípulos certamente enfrentavam dúvidas, incertezas quanto ao futuro,medo da perseguição e, portanto, faltava-lhes paz. Mas o mestre os encoraja trazendo uma palavra de conforto e consolo a eles: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim” Jo 14:1 e no verso 6:  Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. Ele é onisciente, onipotente e onipresente. Ele é um Deus verdadeiro ecapaz de cumprir todas as suas promessas. E ainda Jo 14: 16: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco”. Em seguida, então, Jesus traz a segurança de que eles gozariam da virtude do fruto do Espírito Santo, que só Ele pode dar, a paz. “Deixo-vos a paz…”. Jo 14: 27. Que consolo! Que conforto!Jesus assegurou ainda, que essa paz seria diferente daquela que o mundo oferece. Uma categoria de paz que não se relaciona com as circunstâncias ao nosso redor; com as guerras mundiais, com as animosidades entres colegas de trabalho; com os riscos da vida que corremos todos os dias, com lutas familiares etc. Ao aceitar por fé no Deus que tudo pode, confiar nEle, com determinação desfrutaremos desta paz, conforme afirmou o profeta Isaías, no capítulo 26 verso 3: “Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti”. E, em Efésios 2.14: “Porque ele é a nossa paz…” O apóstolo Paulo também traz a justificação por meio de Cristo, como fonte de paz: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. Romanos 5.1. Essa paz não é entendida por pessoas que não acreditam em Deus, que não aceitaram o sacrifício do Seu Filho para salvação. Elas não conseguem gozar desta virtude, porque ainda seencontram sob o jugo do pecado, que lhes tiram a paz verdadeira. Esta paz não significa, no entanto, a ausência de dificuldades. É uma paz que guarda a mente e o coração dos justos em meio a grandes provações e tem a garantia da vida eterna com o Senhor. Que possamos nos apossar desta característica do fruto do Espírito, a paz verdadeira que o mundo não pode dar e nos é oferecida gratuitamente por meio da justificação em Cristo Jesus. Nele podermos descansar em paz. Márcia Eller Miranda Salviano

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O FRUTO DO ESPÍRITO: ALEGRIA

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade , mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” Gl 5:22-23 Tema: O fruto do EspíritoNessa série de reflexões sobre este texto da carta de Paulo aos gálatas temos analisado cada virtude relacionada ao fruto do Espírito, que são: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Como foi visto na devocional anterior o conceito do fruto do Espírito é a evidencia clara do caráter de Deus e da presença do Espírito Santo em nós. A primeira virtude abordada foi o amor e suas características. Hoje falaremos sobre a segunda virtude, conforme descreve o apóstolo Paulo à igreja da Galacia: a alegria. A palavra alegria vem do latim alacer, alecris que significa animado, vivaz, alegre, jovial. O estado de alegria é uma emoção boa, cheia de satisfação, plenitude e confiança. É um profundo regozijo do coração que nenhum esforço humano nesta terra pode produzir. Esa alegria que o texto fala é no Senhor, que soa como ordem pelo escritor nos textos aos Filipenses 3: 1 “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor” e na mesma carta, no capítulo 4 verso 4 “: Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos!”. Interessante notar que este sentimento segundo a palavra de Deus é um estilo de vida que não depende de circunstâncias, eventos ou fatos do nosso cotidiano. E Paulo expressava alegria mesmo diante de todas as provações, lutas intinas e perseguições que ela enfrentava: “Alegrei-me, Sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado … Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda equalquer situação”.Em outras passagens das Escrituras existem várias recomendações sobre viver e servir ao Senhor com alegria, por exemplo: Salmo 100:2 “Servi ao Senhor com alegria, e entrai diante dele com canto”. Se estamos adorando ao Senhor no templo, em casa, caminhando pelas ruas que o façamos com alegria. Ainda no livro dos Salmos, o autor expressa: “…o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá. Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração. Há três níveis de expressão da alegria: alegrai-vos, regozijai-vos e exultai. Estes devem ser os sentimentos que precisamos expressar todos os dias pelos atos de misericórdia de Deus para conosco, como escrito em Lamentações de Jeremias 3: 22-23. “As Misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade”. Que prazer! Que consolo! Que alegria! Provérbios no capítulo 17 verso 22 afirma que …” um rosto alegre é um bom remédio” Estudos da neurociência já provaram que: “Quando estamos alegres, temos a sensação de que devemos seguir em frente. Sentimos vontade de realizar coisas, enfim, de viver”. Baseados nesses princípios bíblicos e científicos esse estado de espírito é fonte de motivação e confiança para a vida, que só o Espírito Santo pode nos dar. No Salmo 21, cercado de todo aparato real, o rei Davi afirma que ele se alegrava com a força do Senhor. E, para finalizar peçamos ao Senhor que ele produza esta virtude em nós, de forma a expressá-la mesmo quando tudo não vai bem.  “Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”. Márcia Eller Miranda Salviano

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O FRUTO DO ESPÍRITO: AMOR

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade,bondade, fidelidade , mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” Gl 5:22-23 Tema: O fruto do Espírito Este texto da carta de Paulo aos gálatas apresenta virtudes do fruto do Espírito, que são: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. E, ainda no versículo 25 diz: “Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito”. O que é o fruto do Espírito? As Escrituras deixam claro que o fruto do Espírito é único e quecontém vários componentes. O fruto do Espírito é, na verdade, a expressão visível do caráter de Deus em nós. Ele resume as virtudes que são consideradas como evidências da presença do Espírito Santo na vida de uma pessoa. Em outras cartas, Paulo utilizou a metáfora da produção agrícola para descrever a conduta dos cristãos. Em Romanos 6, 22, ele diz, “Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna…”. Essa é a condição paraproduzirmos este fruto, libertados do pecado, ou seja, salvos. Também na carta aos efésios, no capítulo 5 verso 9, Paulo o descreve com fruto da luz, produzido por aquele que anda com a fonte de toda a luz, a saber, nosso Senhor Jesus, que afirmou: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (Jo 8:12). Já em Filipenses 1,11, o fruto do Espírito é chamado de fruto da justiça, o qual é para a glória de Deus Pai. João Batista pregou que o verdadeiro arrependimento produziriafruto visível de mudança de comportamento, conforme registrado em Mateus 3,8. Vejamos hoje, uma das virtudes que compõem o fruto do Espírito, o amor. Que amor é este? A língua grega detém três principais sentidos do Amor: Eros, Fília e Ágape. Comumente, relacionamos o primeiro ao amor sexual; o segundo à amizade e o último a um amor espiritual. Que amor é esse que se relaciona a uma virtude do fruto do Espírito Santo? Seria o Eros ou o Filia? Claro que não. Mas é o amor Ágape, um amor espiritual que vai muito além da mera autojustiça legalista. O amor produzido pelo Espírito é tal qual o amor de Cristo, por nós. A prática do amor deve ser um hábito mental, conforme argumenta F. Davidson, no Novo Comentário da Bíblia publicado pela Editora Vida Nova. O Espírito Santoinspira na alma o amor a Deus e aos homens, que é o cumprimento da lei. Diante da pergunta retórica: Mestre, qual o grande mandamento? Jesus respondeu: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. E o verso encerra afirmando que nãoexistem mandamentos maiores que estes. (Marcos 12:30-34). E ao nos ensinar como devemos amar ao próximo Jesus usou a parábola do Bom Samaritano, conforme documentado por Lucas, no capítulo 10, do verso 25 ao 37. E, para concluir este breve devocional, Paulo faz elogios ao amor em 1º Coríntios 13: 4 a 8. “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba…”. Esse é o amor que só é produzido por aquele que é salvo e está ligado à videira que é Cristo. Ele mesmo afirmou em João 15: “Eu sou avideira verdadeira … Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”. Que estejamos ligados sempre à videira para que cultivemos o hábito mental de amar à Deus e ao próximo como a nós mesmos, diariamente. Márcia Eller Miranda Salviano

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Você viu o salvador?

Hoje, podemos ver o Salvador apenas com os olhos da fé. Para isso, é necessário aceitar seu convite, ir até ele, recebê-lo como Senhor e Salvador de nossas vidas, e estar prontos para servi-lo da maneira que ele nos chamar. Essa é a decisão mais importante que podemos tomar. Quando o fazemos, podemos declarar, como Simeão: “Senhor, vimos a tua salvação”.

Rogo a Deus que abra os nossos olhos para que possamos enxergar o Salvador com os olhos da fé, recebê-lo como nosso Senhor e Salvador e segui-lo por toda a nossa vida.

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Unção e Proteção: Encontre Alívio no Cuidado de Deus

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Esses ovos se transformam em larvas que causam dores intensas, levando as ovelhas ao desespero, a ponto de baterem suas cabeças contra pedras, às vezes até se ferirem gravemente ou se matarem. Além disso, seus olhos e ouvidos tornam-se alvos fáceis para insetos que lhes causam estresse extremo. É um tormento que, sem intervenção, pode ser devastador. No livro de Provérbios, encontramos alguns textos sobre essa virtude do Espírito Santo: “Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao pescoço; escreve-as na tábua do teu coração, e acharás graça e boa compreensão diante de Deus e dos homens” (Pv 3:3-4). O conselho divino é que a benignidade seja como um colar, visto por todos os que nos olham. Isso é interessante porque todo ser humano gosta de ser bem-visto pelos outros por meio do uso de adornos que os embelezam. Homens e mulheres desejam ser elegantes, e o uso de colares se tornou comum para ambos os sexos. No mundo espiritual, devemos desejar que o “colar da benignidade” esteja em nosso pescoço, resultando em “graça e boa compreensão diante de Deus e dos homens”. Além disso, devemos “imprimir a benignidade em nosso coração”. Também lemos um conselho similar em outro texto de Provérbios: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv 4:23). Sempre que as Escrituras se referem a algo que está no coração ou que sai do coração, trata-se de uma linguagem figurativa para representar pensamentos, desejos, vontades ou ações mentais. Ou seja, toda ação humana começa em um processo mental de pensar e realizar. Os sonhos, planos e alvos de vida passam primeiro por um processo mental de elaboração. Assim, pode-se concluir que o autor de Provérbios, inspirado pelo Espírito Santo, aconselha que a benignidade seja gravada em nossos pensamentos. Dessa forma, devemos carregar em nosso corpo as marcas dessa virtude, desenvolvendo um modo de ser benigno e misericordioso com o próximo, fundamentado na lealdade e fidelidade. O maior exemplo de benignidade é Deus Pai para conosco: “O Senhor é misericordioso e compassivo; longânime e assaz benigno. Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira. Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades. Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem” (Sl 103:8-11). O Senhor é “assaz benigno” porque possui um grau elevado de benignidade. Ele nos trata com uma misericórdia imensurável (distância entre o céu e a terra) e grande compaixão – “Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam” (Sl 86:5). Mesmo sendo seres humanos pecadores, cheios de falhas e erros constantes, nosso Deus cuida de nós, renovando Suas misericórdias sobre nós a cada manhã (Lm 3:22-23). Ele nos sustenta e é longânime conosco, não nos tratando da forma que merecemos. Quando Davi estava arrependido de seus pecados, orou: “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51:1-2). O rei sabia que somente a benignidade de Deus seria capaz de apagar suas transgressões e perdoá-lo. Portanto, a benignidade é uma virtude dada pelo Espírito Santo, que deve ser uma marca do caráter do cristão. Deus é benigno e deseja que o imitemos em nossos relacionamentos. Que o Senhor Jesus nos ajude a desenvolver essa virtude com atos de brandura e leveza para com aqueles que nos cercam, à semelhança do que Ele faz por nós. 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Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa, a palavra longânime tem origem hebraica e significa “vagaroso em irar-se”. Para John MacArthur, é “a paciência relacionada à habilidade de suportar as injustiças infligidas por outros e à disposição em aceitar situações irritantes e dolorosas”. A pessoa longânime suporta as adversidades e prossegue em seu empenho, apesar… Leia mais O Senhor que tudo vê O Salmista roga ao Senhor que se compadeça do seu povo por causa do escárnio dos adversários. Ele sentia como se todas as injúrias que humilhava a nação eram centradas nele. Por isso, numa santa identificação, ele abre o seu coração num clamor a Deus. Da mesma forma, somos conclamados a

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O fruto do Espírito: Longanimidade

Nesta reflexão sobre o fruto do Espírito, focaremos na quarta virtude: a longanimidade. Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa, a palavra longânime tem origem hebraica e significa “vagaroso em irar-se”. Para John MacArthur, é “a paciência relacionada à habilidade de suportar as injustiças infligidas por outros e à disposição em aceitar situações irritantes e dolorosas”. A pessoa longânime suporta as adversidades e prossegue em seu empenho, apesar dos obstáculos.

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O Salmista roga ao Senhor que se compadeça do seu povo por causa do escárnio dos adversários. Ele sentia como se todas as injúrias que humilhava a nação eram centradas nele. Por isso, numa santa identificação, ele abre o seu coração num clamor a Deus. Da mesma forma, somos conclamados a chorar com os que choram (Rm 12:15). Muitas vezes ouvimos o nome de Cristo ser blasfemado e os seus servos insultados. Nossa tristeza diante destes fatos deve ser expressa em oração por justiça. A terra está cheia de orgulho, vaidades pessoais e menosprezo aos

O Senhor que tudo vê

O Salmista roga ao Senhor que se compadeça do seu povo por causa do escárnio dos adversários. Ele sentia como se todas as injúrias que humilhava a nação eram centradas nele. Por isso, numa santa identificação, ele abre o seu coração num clamor a Deus. Da mesma forma, somos conclamados a chorar com os que choram (Rm 12:15). Muitas vezes ouvimos o nome de Cristo ser blasfemado e os seus servos insultados. Nossa tristeza diante destes fatos deve ser expressa em oração por justiça. A terra está cheia de orgulho, vaidades pessoais e menosprezo aos

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